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Polialelia e Grupos Sanguíneos

12 mai
Capítulo 4 – pág. 59 (resumo)
Doação de sangue
  • É importante doar sangue;
  • Cada doador pode salvar até 4 vidas;
  • Em cada doação são retirados, em média, 450 mL de sangue (adulto tem5 L);
  • É realizado exames: tipagem sanguínea, sífilis, Chagas, hepatites, Aids.
 —————————————————————————————————————————————————————-
  • Os caracteres estudados até agora são influenciados por apenas um par de alelos. Ex. Cor da ervilha V e v – Forma da semente R e r
  • No entanto, determinado gene pode sofrer mutação e originar vá-rios alelos.
  • Esse fenômeno é chamado polialelia ou alelos múltiplos.
  • Alelos Múltiplos: tipo de herança determinada por 3 ou mais alelos que condicionam um só caráter.
  • Entretanto na célula de cada indivíduo ocorre apenas dois ale-los, um de origem paterna e outro materna.
  • Exemplos: cor do pelo em coe-lhos, sistema ABO.

1) Alelos Múltiplos em coelhos
  • A cor da pelagem dos coelhos é um ex. clássico de polialelia.
  • Ela é influenciada poe 4 alelos:
– C ou c+ – selvagem (aguti).
– cch –  chinchila.
– ch – himalaia.
– ca ou c – albino.
O alelo C ou c+ é dominante sobre todos os demais; sendo presente no genótipo, o fenótipo será aguti (selvagem).
O alelo cch é dominante em alelos ch e ca determinando o fenótipo chinchila.
O alelo ch é dominante em alelo ca e determina o fenótipo himalaio.
O alelo ch é dominante em alelo ca e determina o fenótipo himalaio.
 – Esses alelos apresentam dominância na ordem citada: C> cch > ch > ca

 Possíveis fenótipos e genótipo:

 

 Cor da pelagem em coelhos
4 ALELOS
4 FENÓTIPOS
10 GENÓTIPOS

 Cada indivíduo possui apenas um par de cromossomos homólogos  e, consequentemente, um par de alelos. Assim os problemas de polialelia são ≈ aos do monoibridismo.

Exemplo:

a) Um coelho chinchila é cruzado com uma coelha himalaia e nasce um fi-lhote albino. Dê os genótipos dos coelhos. 


EXERCÍCIOS – POLIALELIA

1) Qual a prole resultante do cruzamento de um coelho aguti heterozigoto p/ albino com uma coelha himalaia heterozigota p/ albino?

2) Uma coelha aguti foi cruzada c/ dois coelhos chinchilas, A e B. Com o coelho A, teve filhote albino, com o coelho B, dois filhotes himalaia. Quais os possíveis genótipos da coelha e dos coelhos A e B?

 3) Observe a genealogia abaixo e responda as questões:

 

a) Qual é o genótipo dos coelhos apresentados?

b) Se do cruzamento da coelha albina com um macho himalaia nascer um coelho albino, qual será a probabilidade de esse casal produzir duas coelhas albinas?

4) Um coelho selvagem cruzado com uma coelha chinchila resultou em um filho albino. Qual a probabilidade de duzentos filhotes desse casal terem pelo chinchila?  Exercício 1 – p. 70


2) ANTÍGENOS E ANTICORPOS

  • SANGUE é constituído de:
– Plasma + Elementos figurados = hemácias, leucócitos e plaquetas.
– No plasma (55% do sangue) há vá-rias proteínas, entre elas o fibrino-gênio (coagulação).
– Plasma sem fibrinogênio = soro.
Hemácias são as cés + abundantes.
 
  • Cada ser vivo possui proteínas ≠ dos demais seres vivos.
  • Assim, qdo. um organismo estranho penetra no corpo, suas proteínas são consideradas estranhas (antígenos) e inicia-se a produção de proteínas chamadas anticorpos, que neutralizam os antígenos.
  • Os anticorpos são específicos: p/ cada tipo de antígeno é produzido apenas um tipo de anticorpo, com forma complementar à do antígeno.

Vamos analisar os 3 principais sistemas de classificação dos grupos sanguíneos:
1) SISTEMA ABO
2) SISTEMA Rh
3) SISTEMA MN
As descobertas dos grupos sanguíneos
  • Até o início do séc. XX ocorriam acidentes fatais decorrentes de transfusões de sangue.
  • Em 1900, Karl Landsteiner observou que ao misturar sangue de algumas pessoas com soro de outras, ás vezes ocorria aglutinação, outras não.
  • A partir daí ele classificou as pessoas em 4 grupos sanguíneos: A, B, AB e O.
  • Descobriu que a aglutinação ocorria por cau-sa de uma reação entre antígeno e anticorpo.

3) SISTEMA ABO DE GRUPOS SANGUÍNEOS

  • Na sp humana existem 4 grupos sanguíneos do sistema ABO: A, B, AB, O
  • Eles estão relacionados à presença de certos antígenos na membrana dos glóbulos vermelhos.
  • GRUPO A – apresentam o antígeno, chamado Aglutinogênio A;
  • GRUPO B – apresentam o antígeno, chamado Aglutinogênio B;
  • GRUPO AB – apresentam os antígenos, Aglutinogênios A e B;
  • GRUPO O – não apresentam nem A nem B.
  • Esses antígenos são glicoproteínas e sua presença é controlada por uma série de 3 alelos  (IA – IB – i) localizados no par do cromossomo 9.
  • Herança que envolve um caso de Alelos Múltiplos.

OBS.: a letra I  vem de isoaglutinação = aglutinação do sangue entre indivíduos da mesma sp.

  • O alelo A ou IA condiciona a formação do aglutinogênio A;
  • O alelo B ou IB condiciona a formação do aglutinogênio B;
  • O alelo O ou i não forma essas substância.

Relação de dominância

  • Os alelos IA e IB são dominantes em relação ao i.
  • Entre os alelos IA e IB há codominância, assim, cada um fornece o seu efeito e aparecem as duas substâncias.

A relação de dominância entre os três alelos é:  IA = IB > i

GRUPOS DO SISTEMA ABO

FENÓTIPOS       GENÓTIPOS

GRUPO A   =       IA IA – IA i
GRUPO B   =       IB IB – IB i
GRUPO AB =      IA IB (Codominância)
GRUPO O
   =       i i

 Além dos aglutinogênios nas hemácias, podem ser encontrados no plasma anticorpos contra esses aglutinogênios, chamados de aglutininas.

  • Desse modo, os anticorpos impedem que as hemácias ou outros organismos invasores se espalhem no organismo, auxiliando no processo de fagocitose pelos glóbulos.
  • A formação de anticorpos começa logo após o nascimento por causa da contaminação natural por bactérias que possuem glicoproteínas semelhantes aos aglutinogênios A e B.
  • Assim, o organismo de uma cça. do grupo A produz aglutininas anti-B.
  • Uma cça. do grupo B, ao nascer já possui aglutinogênio B na hemácia e, pelo mesmo processo, produz aglutinina anti-A.
  • Crianças do grupo O formam as duas aglutininas (anti-A e anti-B) uma vez que os dois antígenos bacterianos (A e B) são estranhos ao seu patrimônio químico.
  • Crianças do grupo AB (com os 2 antígenos A e B) não estranham as presença dos antígenos bacterianos e não formam aglutininas contra esses antígenos.

 TESTE P/ DETERMINAR O GRUPO SANGUÍNEO

  • Duas gotas de sangue são colocadas uma em cada extremidade da lâmina.
  • Adiciona-se uma gota de soro com aglutinina anti-A e à outra soro anti-B.
  • Misturando o soro c/ a gota de sangue pode-se ver quando há aglutinação das hemácias do sangue que está sendo analisado.
  • Se tiver os 2 aglutinogênios (grupo AB) a aglutinação das hemácias ocorrerá nos 2 soros (anti-A e anti-B).
  • Se nas hemácias houver apenas aglutinogênio A (Grupo A) ocorrerá aglutinação no soro anti-A.
  • Se apresentarem apenas aglutinogênio B (Grupo B) ocorrerá aglutinação no soro anti-B.
  • Se não houver aglutinação em nenhuma das gotas, as hemácias não possuem os aglutinogênios e o sangue é do Grupo O.

TRANSFUSÃO DE SANGUE

  • As transfusões de sangue devem ser feitas de preferência entre pessoas do mesmo grupo.
  • Se o aglutinogênio (antígeno) não for compatível com a aglutinina (anticorpo) pode ocorrer aglutinação das hemácias recebidas.

Aglutinação: o antígeno promove com o anticorpo uma reação na qual as hemácias se aglomeram formando grumos ou aglutinados.

ACIDENTES NAS TRANSFUSÕES

  • Se o sangue de um indivíduo do grupo A for doado a um indivíduo do grupo B, as hemácias A do doador serão aglutinadas pelas aglutininas anti-A do plasma do receptor.
  • Os aglomerados de hemácias obstruem pequenos vasos sanguíneos e causam problemas circulatórios.
  • Algum tempo depois essas hemácias são destruídas por glóbulos brancos e liberam a hemoglobina e outros produtos no plasma.
  • Com isso, pode ocorrer desde uma pequena reação alérgica, até lesões renais graves (causadas pelos produtos liberados) e morte.
  • O mesmo ocorre se o indivíduo do grupo B doar a um do grupo A.
  • Em pequenas transfusões (até 500 mL) as aglutininas dos doador se diluem muito no volume total de sangue do receptor, e sua concentração tem pouca chance de causar aglutinação.
  • O problema maior é a aglutinação das hemácias do doador pelo plasma do receptor. Por isso, dizemos que quando  ocorre uma aglutinação é sempre nas hemácias do doador e nunca nas do receptor.
  • Como o GRUPO O não tem aglutinogênios nas hemácias, pequenas quantidades desse tipo de sangue poderiam teoricamente ser doadas a qualquer receptor. Por isso, pessoas do grupo O são chamadas de Doadores Universais.
  • De modo ≈, teoricamente pessoas do GRUPO AB, por não terem aglutininas, aceitariam pequenas transfusões de qq tipo de sangue, sendo chamadas de Receptores universais.
  • Na prática as transfusões são feitas sempre no mesmo grupo, pois há chance de as aglutininas do doador aglutinarem as hemácias do receptor.
  • Em situações de emergência, porém, o sangue tipo O pode ser utilizado.
  • Além disso, antes de transfusões são feitos outros testes p/ verificar a compatibilidade com outros tipos de grupos sanguíneos.
  • TRANSFUSÃO AUTÓLOGA: se uma pessoa vai sofrer um intervenção cirúrgica, parte de seu sangue pode ser retirado com antecedência e preservado. Se for necessário a transfusão o paciente receberá seu próprio sangue.
  • Na resolução de problemas, é costume aceitar que o sangue O é um doador universal e o AB um receptor universal, seguindo para as transfusões o esquema abaixo de compatibilidade: (p.64)

GRUPOS SANGUÍNEOS E EXCLUSÃO DE PATERNIDADE

  • Os cruzamentos relativos ao sistema sanguíneo ABO são de monoibridismo, pois apesar de estarem em jogo  3 alelos, cada indivíduo só apresenta um par de cromossomos homólogos portadores desses alelos.

Problema resolvido Sistema ABO – p.64

a)  Uma mulher do grupo A, filha de mãe do grupo O, casa-se com um homem do grupo B, filho de pai do grupo O. Como podem ser os filhos?
1° descobrimos os genótipos dos pais.
2° achamos os tipos de gametas.
3° efetuamos os cruzamentos.

EXERCÍCIOS SISTEMAS ABO, Rh e MN

01. Qual a probabilidade de um casal onde o pai é AB e a mãe é O ter filhos do grupo A?

02) Como serão os filhos de indi-víduos com os seguintes gru-pos sanguíneos?
a)  Grupo A (heterozigoto) com grupo B (heterozigoto).(5)
b)  Grupo AB com O. (5)
c)  Grupo AB com grupo AB. (5)

03) Uma mulher do grupo A tem um filho O. A paternidade da criança está sendo discutida entre um homem do grupo B e outro do grupo AB. Qual deles certamente não é o pai? Justifique. (2)

04. (Fuvest-SP) O pai e a mãe de um par de gêmeos dizigó-ticos têm tipo sanguíneo AB. Qual a probabilidade de am-bos os gêmeos terem sangue do tipo AB? Por quê?

05. Em uma família, o homem é do grupo A, a mulher é do grupo O e as crianças são do grupo A, AB, B e O. Quais das crianças são adotivas?

06. (UFRJ) O sangue de Orlando aglutina qdo. colocado em presença de soro contendo aglutininas anti-A , e não aglutina qdo colocado em presença de anti-B. Orlando casa-se com Leila que apresenta aglutinações inversas. O casal tem um filho cujo sangue não aglutina em nenhum dos 2 soros.
a) Qual o genótipo dos pais?
b) Qual a probabilidade de esse casal ter uma criança cujo sangue aglutine nos dois tipos de soro? Justifique. 

Descoberta do grupo sanguíneo Rh

  • Em 1940, em colaboração com Alexander Wiener, Landsteiner descobriu o fator Rh.
  • Verificaram que, ao ser injetado em coelhos, o sangue do macaco Rhesus provocava a          formação de anticorpos.
  • O plasma desses coelhos era capaz de aglutinar hemácias de 85% das amostras de sangue humano.
  • Portanto, 85% do sangue humano são por-tadores do mesmo antígeno daquele macaco.
  • As pessoas cujo sangue aglutinava foram chamadas Rh+, as que não tinham reação foram chamadas Rh-

 4) SISTEMA Rh DE GRUPO SANGUÍNEO 

  • Cerca de 85% das pessoas possuem em suas hemácias  o antígeno Rh e são cha-mados de Rh positivos (Rh+).
  • As que não têm esse antígeno são Rh negativo (Rh-).
  • Embora vários alelos estejam envolvidos na herança do fator Rh, para efeito de incompatibilidade podemos considerar apenas o par de alelos: D (dominante, faz parecer o antígeno) e d (recessivo).
  • Ao contrário dos antígenos do siste-ma ABO, o antígeno Rh não é encontrado em bactérias intestinais, e, a princípio, um indivíduo negativo não possui anticorpos no plasma.
  • Em geral, os indivíduos Rh- produzem anticorpos específicos somente quan-do recebem hemácias c/ o antígeno Rh, o q pode ocorrer durante a gravidez e no parto ou em transfusões.
-  Em transfusões, além de analisar o sistema ABO devemos analisar também o sistema Rh.
-  Indivíduos Rh- podem doar sangue tanto para Rh- como para Rh+. Dessa forma:
-  Doador Universal é o ORh-
-  Receptor Universal é o ABRh+

07. Um casal Rh+ teve um filho Rh-. Quais os genótipos dos pais?

08. Um casal de sangue Rh+, (heterozigoto), tem 3 filhos também Rh+. Qual a probabilidade de o 4º filho desse casal ter o mesmo fenótipo dos pais e irmãos? (4)


  • Quando uma mulher Rh- tem um filho com um homem Rh+, há duas possi-bilidades, dependendo de o homem ser homozigoto ou heterozigoto.
– Se ele for homozigoto todos os filhos serão Rh+;
– Se for heterozigoto, podem nascer filhos Rh+ e Rh-.

Qdo. uma mulher Rh- tem um filho c/ um homem Rh+, há duas possibilidades:

  • A eritroblastose fetal ou doença hemolítica do récem-nascido (DHRN) pode ocorrer em filhos de mãe Rh-.
–  Se o filho for Rh-, terá o mesmo padrão da mãe e não haverá incompatibilidade entre eles.
–  Ser for Rh+, alguns dias antes do nascimento e principalmente durante o parto, uma parte do sangue do feto escapa p/ o organismo materno, que é estimulado a produzir anticorpo anti-Rh.
  • Como a produção não é imediata, esse 1° filho nascerá livre de problemas.
  • Em uma 2ª gestação, os anticorpos ma-ternos, já concentrados no sangue, atravessam a placenta e podem provocar aglutinação das hemácias do feto, que serão fagocitadas e destruídas.
  • Nesse caso, ao nascer, a cça. apresenta anemia e icterícia: a hemoglobina das hemácias destruídas transformam-se em bilirrubina (pigmento amarelo).
  • A bilirrubina pode depositar-se no cérebro e provocar surdez e deficiência mental.
  • Nos casos + graves chega a ocorre abor-to involuntário.
  • Se a cça nascer, poderá ser salva com a troca gradativa de seu sangue por Rh-.
  • As novas hemácias Rh- não são destruídas e, após algum tempo, qdo forem substituídas naturalmente por Rh+ os anticorpos da mãe já terão sido eliminados.
  • Para prevenir a DHRN, até 3 dias após o parto da 1ª cça Rh+ a mãe Rh- deve receber uma aplicação de anticorpos anti-Rh.
  • Esses destroem as hemácias Rh+ deixadas pelo feto no sangue da mãe, o que impede o desencadeamento da produção de anticorpos maternos.
  • C/ o tempo esses anticorpos são eliminados e como o organismo materno não “aprendeu” a produzi-los, ela fica livre p/ uma nova gestação. Se a cça for nova-mente Rh+ deve-se repetir o tratamento.

Condição necessária para que ocorra a eritroblastose fetal

Problema resolvido Sistema Rh – p.67

a) (PUC-SP) Duas mulheres disputam a maternidade de uma cça que, ao nascer apresentou a DHRN. O sangue das duas foi testado com o uso do soro anti-Rh, e os resultados são apresentados abaixo.
Qual das mulheres poderia ser a mãe verdadeira daquela criança? Justifique.
 

R: A mãe da cça é a mulher n° 2, porque é Rh-, visto que seu sangue não sofre aglutinação na presença do soro anti-Rh ou anti-D.

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09. Uma mulher que nunca recebeu transfusão deu à luz, em uma 2ª gravidez, uma cça com DHRN. Uma 3ª cça. nasceu normal. Qual o genótipo da mãe, do pai e dos 3 filhos em relação ao fator Rh? (Obs. A mulher não recebeu nenhum tratamento).

10) Lúcia e João são do tipo sanguíneo Rh+ e seus irmãos, Pedro e Marina, são do tipo Rh-. Quais dos quatro irmãos podem vir a ter filhos com eritroblastose fetal?


SISTEMA MN – p. 67

  • Outro sistema sanguíneo é o MN. Entre os vários alelos relacionados a ele, destacam-se:
– LM ou M – q produz o antígeno M
– LN ou N – q produz o antígeno N
  • Como os alelos implicados no processo são codominantes, há 3 genótipos e 3 fenótipos.
    _______________________________________________________________________________

Problema resolvido Sistema MN – p.67

a) Um casal afirma que determinada cça encontrada pela polícia é seu filho desaparecido. Os resultados dos testes p/ grupos sanguíneos foram:

  • Suposto pai: M
  • Suposta mãe: N
  • Criança: M
  • Explique se esses resultados excluem ou não a possibilidade de que a cça em questão seja filha do casal.

R: A cça não pode ser filha do casal, pois apresenta o genótipo LMLM. Assim, temos certeza de que a mulher analisada não é sua mãe, visto que seu genótipo é LNLN.


11) Um casal, em relação ao sistema sanguíneo MN, teve alguns filhos com fenótipo M e outros com fenótipo MN. Quais devem ser os prováveis genótipos dos cônjuges?

12) Meus pais têm o tipo sanguíneo A+ e A-; tem como eu ser O-?

13) Uma mulher Rh- M casa-se com um homem Rh+N, filho de pai Rh-. Qual a pro-babilidade de nascer uma criança Rh+MN?

14) Suponha um casal com os fenótipos: Rh-, A, MN e Rh+, B, N. Sabendo que desse casamento nasceu uma cça. Rh-, O, MN, qual é a probabilidade de o casal gerar um 2° filho de fenótipo Rh+, B, N.



 
2 Comentários

Publicado por em 12/05/2012 em 3ª SÉRIE, Resumos

 

2 Respostas para “Polialelia e Grupos Sanguíneos

  1. Osvaldo Joaquim

    11/12/2012 at 7:00

    Este conteúdo mesmo interessante.

     
  2. Ilciane

    04/09/2013 at 0:25

    muito bommm….

     

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